Um IMC > 30,0 está relacionado com aumento de mortalidade cardiovascular, diabetes, câncer e outras doenças, enquanto IMC < 18,5 está associado com aumento da mortalidade com doenças que levam à fadiga crônica, tabagismo e câncer. Entretanto, muitos estudos têm descrito uma relação inversa da obesidade e mortalidade em insuficiência cardíaca, doença vascular coronariana, insuficiência renal e outras doenças crônicas. Recentemente Flegal et al. Estudaram a associação do IMC e mortalidade numa amostra de mais de 2.88 milhões de pessoas e 270.000 mortes. Em comparação com o peso normal, os graus I, II, III de obesidade, e os graus II e III de obesidade, estavam associados com alto índice de mortalidade. Em contraste o grau I de obesidade isolada não estava associado com alto índice de mortalidade, e o sobrepeso estava associado com uma significativa redução da mortalidade. Estes achados sugerem uma influência protetora do sobrepeso e de obesidade de grau leve tem sido motivo de muita publicidade e controvérsia. Há preocupações que o método de amostras usadas por Flegal et al. não estavam adequadamente ajustadas para a perda de peso e o alto índice de mortalidade nas doenças crônicas, tabagismo e envelhecimento. Além disso, a classificação de “peso normal” num amplo IMC de 18,5 a 25,0 pode ter mascarado diferenças entre pessoas com IMC de 18,5 a 22,0 e maior mortalidade e aquelas com IMC de 22,0 a 25,0 e baixa mortalidade.
No entanto, recentes estudos têm também desafiado suposições sobre o relacionamento entre obesidade e mortalidade em diabetes. Carnethon et al. analisaram a associação entre o IMC e a mortalidade em pacientes diabéticos com diagnóstico recente. Mortes de todas as causas, doença cardiovascular e de outras doenças foram maiores para indivíduos com IMC normal dos indivíduos com IMC de sobrepeso e obesidade. Esta relação inversa entre mortalidade e IMC foi mantida até depois dos resultados serem ajustados segundo etnia, fator de risco para doença cardiovascular, circunferência abdominal e tabagismo. Em outro estudo envolvendo 12 anos de acompanhamento de taiwaneses com diabetes tipo 2, o alto índice de mortalidade foi associado com idade avançada, homens, diabetes de longa duração, insulino terapia, hipertensão e tabagismo. Já, um alto IMC no momento da inscrição no estudo foi associado com menos mortes comparado com IMC normal. Além disso, em 15 anos de estudo de homens de meia idade afro-americanos e caucasianos, com diabetes, IMC inversamente associado com mortalidade em ambos os grupos. A taxa de mortalidade diminuiu com atividade física independente do IMC e da raça.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
1. A obesidade tem aumentado em todo o mundo, é um grande fator de risco para o diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, apnéia do sono, doença hepática gordurosa não alcoólica, osteoartrite e outras doenças, e tem sido associada com deficiência, mortalidade e enormes custos de saúde...
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2. Um IMC > 30,0 está relacionado com aumento de mortalidade cardiovascular, diabetes, câncer e outras doenças, enquanto IMC < 18,5 está associado com aumento da mortalidade com doenças que levam à fadiga crônica, tabagismo e câncer...
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Referências Bibliográficas:
Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Revista Sciencemag.org 23 de agosto de 2013. Rexford S. Ahima ; Mitchell A. Lazar - Departamento de Medicina, Divisão de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, e do Instituto de Diabetes, Obesity and Metabolism, Perelman Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, Philadelphia, PA 19104, EUA.
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